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JESUS CRISTO É SENHOR
Apresentações na Igreja Metodista 406 N, Brasília, até 4/7/2021
Na web, etc, após 7/7/2021Pedro Antonio Dourado de Rezende
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Reuniões de Estudo Bíblico da Célula Rhema
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contato: e-mail pedro@jmrezende.com.br
Roteiro para reunião de 27/05/2026
Os habitantes do Milênio e o tempo do Arrebatamento - Parte 2
- Continuaremos comentando a série de dois artigos de autoria do Dr. John Hartog III, publicados em 2001 no portal do Faith Baptist Theological Seminary, onde o autor defende a doutrina pós-tribulacionista, e discorre sobre o que podemos antecipar a respeito dos habitantes do Reino Milenar de Cristo na Terra.
- Usaremos como referência a tradução automática (pelo Google) desses dois artigos, e algum conteúdo de uma apresentação em pdf sobre Escatologia, ministrada na Escola Bíblica da IMAN 406 em 2014. Continuaremos onde paramos na Parte 1.
Reunião de 13/05/2026
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Os habitantes do Milênio e o tempo do Arrebatamento - Parte 1
- O tema de hoje é o título (traduzido) de uma série de dois artigos de autoria do Dr. John Hartog III, publicados em 2001 no portal do Faith Baptist Theological Seminary, onde o autor defende a doutrina pós-tribulacionista, e que iremos analisar e comentar.
- Usaremos como referência a tradução automática (pelo Google) desses dois artigos, e algum conteúdo de uma apresentação em pdf sobre Escatologia, ministrada na Escola Bíblica da IMAN 406 em 2014. Nesta primeira parte, fomos até a primeira citação de Is 65:20
Vídeo da reunião (1h21m)
Reunião de 06/05/2026
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Quem mais (além de Flávio Josefo) teria escrito sobre Jesus, como leigo, em sua época, e em que termos?
- Entre os comentários durante a reunião passada (29/04), surgiu a proposta de pesquisarmos sobre historiadores e escritores não cristãos que documentaram Jesus poucas décadas após sua vida, fornecendo evidências externas para sua existência e morte. Presume-se que Flávio Josefo, personagem em foco na reunião passada, seria o mais conhecido destes. Como foi que Flávio Josefo descreveu o Nazareno, e seu papel histórico? Quem mais fora de Sua emergente seita se destacou por descreve-lo, e como?
- Usaremos como referência nesse roteiro o artigo da Wikipedia "Joseph on Jesus". Buscaremos também referências sobre outros autores, dentre os quais Tácito (c. 56–120 d.C.), historiador romano que escreveu sobre "Cristo" em seus Anais (c. 116 d.C.), Plínio, o Jovem (c. 61–113 d.C.), governador romano que escreveu ao imperador Trajano (c. 112 d.C.) sobre os primeiros cristãos, Suetônio (c. 69–122 d.C.), historiador romano que o menciona em sua obra "As Vidas dos 12 Césares" (c. 121 d.C.), Luciano de Samósata (125-180 d.C.), satirista grego que zomba dos cristãos e sua de credulidade, e Mara bar Serapion (c. 70 d.C.), filósofo sírio que escreveu uma carta ao seu filho mencionando o que se acredita ser uma referência a Jesus e sua morte.
Vídeo da reunião (1h19m)
Reunião de 29/04/2026
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Quem foi Flávio Josefo, e por que sua obra é importante para confirmar conteúdo histórico no Novo Testamento.
- Entre os comentários durante a reunião passada (22/04) surgiu o nome da Flávio Josefo, lembrado por um dos irmãos participantes como personagem essencial para conhecermos melhor o contexto e eventos da primeira guerra Judaico-Romana, da qual esse personagem (Flávio Josefo) foi também protagonista, guerra que culminou na destruição do Segundo Templo e de boa parte de Jerusalém, no ano 70 d.C., como profetizado por Jesus em Mt 24:2. Tal personagem e sua obra histórica constituem o tema para esta reunião.
- Usaremos como referência principal nesse roteiro o artigo " Flávio Josefo: O Profeta e o Político", apresentado por Bruno Pegorari no XXVIII Simpósio Nacional de História em 2015. Também, duas páginas da Wikipedia, e uma passagem no Apêndice 3a (a partir da página 14) do Estudo "Edom: Passado, Presente e Futuro" que apresentei na igreja IMAN 406 nesse mesmo período (2015). Poderemos também especular sobre como esse tema pode, em princípio, ser relacionado à atual crise que envolve o Oriente Médio a partir do segundo ataque da coalizão Israel-EUA contra o Irã, deflagrada há 60 dias.
Vídeo da reunião (1h27m)
Reunião de 22/04/2026
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No evangelho de João, há uma passagem que pode levar alguns leitores a pensar que Jesus teria mentido para enganar seus irmãos. Por que isso acontece?
- O evangelho de João é o mais tardio, o mais espiritual, mais profundo e belo dos quatro evangelhos do Novo Testamento. Seu propósito é declarado ao final da apresentação do ministério de Jesus, a saber, o de nos levar a crer que Ele é o Cristo, o Filho de Deus, e crendo, para que tenhamos vida eterna em seu nome (Jo 20:30,31). O ministério público de Jesus, abrangendo cerca de três anos, é apresentado nos doze primeiros capítulos, e nos oito seguintes, parte do seu ministério privado, decorrida em apenas quatro dias. Diferente dos outros três evangelhos, o de João não traz parábolas, nem os discursos escatológicos de Jesus. Não narra episódios de expulsão de demônios, nem de cura de leprosos. Não inclui a lista dos discípulos, nem o sacramento da santa ceia. Não trata do Seu nascimento, nem do Seu batismo. Não fala de Sua transfiguração, tentação, agonia no Calvário ou ascensão. Só 10% do que narra aparece também nos outros três evangelhos.
- Um bom motivo para tanta diferença? Os momentos por que passava a nascente Igreja quando foram escritos. É bem aceito, tradicionalmente, que os três sinódicos teriam sido escritos em momentos próximos e anteriores à guerra Judaico-Romana que destruiu Jerusalém em 70 DC, enquanto o evangelho de João, escrito após 90 DC, quando a igreja de Cristo já tinha se desligado do judaísmo, espiritualmente e por força dos acontecimentos, levando-a a concentrar suas esperanças de cumprir o "ide e pregai" agora no mundo greco-romano. De onde, justamente, viriam os novos desafios, como por exemplo, na influência de correntes filosóficas propensas a deturpar sua teologia, como o Gnosticismo. Tendo sido esta de fato uma ameaça real à sobrevivência do Cristianismo, o que pode explicar por que o evangelho de João foi o único a ter este propósito explícito, e a declará-lo. E quem sabe também explicar, mesmo que indiretamente, o deste estudo.
Vídeo da reunião (1h57m)
Reunião de 15/04/2026
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Por que Jesus fala em guerras e em rumores de guerra como eventos "de mesma importância" no sermão profético?
- Veremos como o alerta de Jesus sobre rumores de guerra em Mt 24:6 e Mc 13:7 aponta para o uso bélico da Janela de Overton nessa era nuclear.
- Em seguida, continuamos com as profecias sobre Elão/Elam para melhor contextualizar a de Jr 49:35-38, que considermos ainda não cumprida, e a melhor candidata a próxima a se cumprir na série das profecias escatológicas encontradas na Bíblia:
- Em Jr 25, a profecia do cálice do furor da ira de Deus que "chama a espada sobre todos os moradores da terra".
- Em Is 21, Elam/Elão é levantado por Deus para destruir a antiga Babilônia ressurgida como império.
- E finalmente em Is 11, Isaías profetiza que quando a "raiz de Jessé" for "posta por estandarte dos povos", o Senhor "tornará a estender a mão para resgatar o restante do seu povo que for deixado, ... de Elão, etc. ...";
- Restando ainda dúvidas se a de Is 21 também se aplicará à destruição da Babilônia do fim dos tempos, e, em traduções, sobre o local onde serão mortas as duas testemunhas de Ap 11:8.
Vídeo da reunião (1h39m)
Reunião de 08/04/2026
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Quão perto estivemos — e estamos — do cumprimento da profecia em Jr 49:35-38?
- Consideramos que esta passagem no final do livro de Jeremias, pouco estudada, descreve uma trágica profecia sobre Elão (ou Elam) contendo elementos cuja interpretação literal faz sentido apenas para os dias atuais. Veremos que tal profecia descreve eventos sobre os quais a retrospectiva histórica indica não terem ainda se cumprido, mesmo em sentido parcial ou figurado, dificilmente mesmo que "forçado".
- Examinaremos então as passagens bíblicas envolvendo o respectivo patriarca, povo, nação e/ou região — Elão/Elam — (além da citada em Jr 49), à luz de eventos de extrema importância geopolítica que justificam o tema deste estudo, retomando um dos temas paralelos abordados na reunião de 25/03; Começaremos onde a Bíblia começa, pelo patriarca, que era filho de Sem (Gn 10:22).
- Depois, ao tempo do rei Chadorlaomer, Gn 14 descreve este como chefe da aliança que atacou Sodoma e Gomorra, levando Ló como despojo. Notamos que esta aliança chefiada pelo Elão dos tempos de Abraão também atacou os refains em Astarote-Carnaim, os horeus no "seu monte Seir", e "toda a terra dos amalequitas", cumprindo assim parte das condições para a profetizada posse da terra prometida pela descendência de Isaque e Jacó.
Vídeo da reunião (1h08m)
Reunião de 01/04/2026
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Sobre Ezequiel 21, 35 e 36:5, completando o estudo das duas últimas reuniões.
- Particular atenção a 21:3-5 e 21:25-27, para contextualizar as críticas nas duas reuniões anteriores, à luz do nosso estudo Edom: Passado, Presente e Futuro.
- Particular atenção a 35:9-12 e 35:15, especialmente nas diferenças de tradução entre versões do v. 35:5, com uma pista escatológica na versão ACF (Almeida Corrigida e Fiel) em descompasso com o doutrina cristã-sionista, iluminando o sentido contemporâneo e preciso da profecia em Ez 36.5. A entrevista do rabino Elhanan Beck ao portal Middle East Eye, citada neste estudo, está neste vídeo do Youtube.
Vídeo da reunião (51m27s)
Reunião de 25/03/2026
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Comentários sobre entrevista do pastor Lamartine Posella ao jornalista Fernando Beteti: Não se apressem.
- 0m11s - Não conheço referencia bíblica à China em aliança com as nações citadas em Ez 38-39. Talvez a China esteja geograficamente indicada em Ap 9 14-18, mas aí a afirmação presume uma identificação entre a guerra de Gog e Magog, em Ezequiel, e a batalha da 5ª Trombeta, em Apocalipse. Cabe então indagar: Qual passagem na Bíblia explicaria essa identificação, ou por que e como ela deve ser presumida??
- 1m01s - "Esse acordo de paz", contextualizado como presumido consequente desfecho da atual guerra no Oriente Médio, não me parece o desfecho mais provável para tal conflito, em vista do transcorrido até aqui e dos eventos contrários a um tal desfecho, profetizados, por exemplo, para o "tempo da iniquidade final" em Ez 35:5.
- 1m28s - Os anzóis no queixo de Magog serão seis, conforme Ez 39:2 (ARC). Portanto, para a guerra de Gog e Magog começar, ainda faltam cinco, pois por enquanto só o da Ucrânia fisgou "no queixo" — O do Cazaquistão em 2022 não fisgou, nem o da Turquia em 2015, nem o da Geogia em 2008; enquanto na Finlândia, Suécia, no Báltico e talvez no Irã, iscas ainda estão sendo preparadas por coadjuvantes. Quanto às tentativas (humanas) que falharam, o tempo em que se completarão seis anzóis no queixo de Magog pode estar sendo controlado por Deus através da doutrina cristã ortodoxa que vê a nação russa como o Katecon de 2Ts 2:7 (manifestada, por exemplo, pelo presidente Putin em 2018 com uma pergunta retórica: "Para que precisamos de um mundo sem a Rússia?")
- 1m40s - Em Ez 36 "Deus fala que vai trazer os judeus na Diáspora de todas as nações. Isso aconteceu em 1948." Todavia, vale lembrar que "profecia" em hebraico (nevu'ah) implica não só em revelação, mas também em padrão. Já houve, neste caso, tentativas anteriores de "ajudar" Deus nessa tarefa, que fracassaram, como por exemplo o movimento Sabateísta nos idos de 1666. Doutra feita, Is 11:11 profetiza que Deus trará o seu povo disperso pelas nações quando o Messias vier julgá-las (Is 11:5). Será que foi Deus mesmo quem se adiantou e já os trouxe em 1948? Ou terá sido o movimento Sionista a reboque do governo Britânico, entre a primeira e a segunda guerras mundiais, por motivos políticos e portanto mundanos, para que antes se cumprisse a profecia em Ez 36:5?
- 2m00s - "O holocausto já aconteceu. A próxima [guerra profetizada] será a de Gog e Magog" Qual holocausto? Há vários "sacrifícios queimados" massivos profetizados na Bíblia, inclusive em Zc 13:8-9, este certamente ainda não ocorrido se a doutrina cristã-sionista estiver correta. Quanto à próxima profecia de guerra a se cumprir, não vejo por que seria a de Gog e Magog, visto que o mais provável desfecho militar para o atual conflito no Oriente Médio aponta antes para Jr 49:35-38. Temos que ir devagar com esse andor, ainda mais porque a profecia em Mt 24:6 bem se revela acauteladora agora, nesse nosso tempo.
Vídeo da reunião (1h11m)
Reunião de 18/03/2026
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Cortes em video do Canal Casando o Verbo comentados: Um alerta sobre "neutralidade ideológica".
- 5m25s - Esse argumento pela falsidade da carta de Albert Pike é falacioso: É igualmente correto argumentar exatamente ao contrário: O termo "sionismo" pode muito bem ter sido escolhido para nomear o movimento político fundado por Theodor Herzl em 1890 justamente por inspiração da carta entre líderes da Maçonaria datada de 1871. Tanto Herzl quanto supostamente Pike podem ter inventado esse termo, mas o contra-argumento aqui tem a seu favor o suporte de uma motinação plausível, na doutrina satanista que crê não haver culpa para um malfeitor se a vítima do malfeito (no caso, envolvimento direto em provocar guerras mundiais) for alertada antes a respeito.
- 8m54s - Qualquer sistema de explicação do mundo subsume uma ideologia (veja a introdução do ensaio "Ideologias e Bits", ou o prefácio do livro "Do regime de Propriedade Intelectual") — não só o Comunismo, o Capitalismo também. ("Livre" mercado)
- 15m55s - A guerra na Ucrânia não começou em 2022, com uma invasão russa. Começou em fevereiro de 2014, com o golpe de Estado executado com violência letal, bandeira falsa, inspiração neonazista, suporte logístico e financiamento externos, contra o governo em exercício legitimamente eleito, golpe que ensejou movimentos separatistas na Crimeia e em Dombas, regiões predominantemente russas em etnia, cultura e tradição religiosa que passaram a ser atacadas em verdadeira guerra civil, que matou mais de 14 mil pessoas em Dombas, quase todas civis entre 2014 e 2022, o que resultou na intervenção militar da Federação Russa e subsequentes plebiscitos em regiões conflagradas, nos quais residentes nestas regiões votaram por sua reintegração à Rússia: na Crimeia (com 96% dos votos pela reintegração) em março de 2014, Luhansk (99%), Donetsk (98%), Zaphorozhia (93%) e Kherson (85%) em setembro de 2022.
Vídeo da reunião (24m28s)
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